Teatro

Do Galpãozinho em Brasília (1978) à Praça do Cajú (2011)

Minha iniciação no teatro se deu aos meus 15 ou 16 anos de idade aproximadamente.  No segundo ano dessa atividade,  conversando como meu irmão James Allen, disse-lhe que iria sair do Grupo de Teatro para investir na área acadêmica, o que quer dizer fazer vestibular e ingressar na universidade.
Esse Grupo era dirigido por Ivan Garrido, e tinha como participantes, além de mim e James Allen, Henrique Rovira, Zé Antônio (tocava flauta), Marcinha, Adriana, e outros que no momento não me lembro de seus nomes.
Como ator, fiz o papel de “Telebobo”, nada mais amplo que recitar um texto que se iniciava assim: “Rede Bobo de televisão, anuncia a próxima atração... viagem ao mundo da lua onde você...” Lembro-me ainda que, naquela peça os atores faziam cenas como se fossem árvores. Aquela peça foi apresentada no Teatro Galpão ou Galpãozinho em Brasília, creio que em 1978. Nessa mesma época “Eles não usam Black Tie” estava sendo apresentada por outro grupo.
Em 1982, eu cursava Veterinária na UFU (Uberlândia/MG). Com amigos montamos um grupo de Teatro, e começamos a trabalhar com escolas.  Esse grupo durou aproximadamente um ano. A universidade me cobrou mais presença e concentração, e novamente eu resolvi deixar os momentos artísticos para outra ocasião.
De 1982 para 2011, passaram-se 29 anos, quando resolvi lançar um de meus livros de poesia com uma peça teatral. Daí nasceu a peça Marque V ou F nos poemas de Amor e no desenvolver dessa peça, nasceu também a Companhia di Versos Brincantes. Essa companhia, que caminha para o segundo ano de vida, contou inicialmente com o elenco composto por Luana Lima e Raquel Ferreira, que foi substituída por Rachel Domingues. Tem Ricardo Canella como Diretor e eu como escritor, compositor e músico, retomando as atividades no campo do Teatro.
A peça Marque V ou F nos poemas de amor teve projeto aprovado pelos seguintes incentivos à cultura: FUNJOPE/2011,  FUNESC/2012 e FIC Augusto dos Anjos (Estado da Paraíba)/2013.
Nesta foto de Augusto Pessoa, da esquerda para a direta: da Cia di Versos Brincantes, Ricardo Canella, Klaus, Luana Lima, Rachel Domingues; e como músicos convidados, os músicos  Feijão e Arnaud Neto .